Nome da fic: As noites de Severo
Autor:
Susana Snape
Pares: Severo Snape/ Marrianne Smith( personagem original)
Censura: G
Gênero: Romance
Spoilers: Livre
Desafio: 90. Escreva uma fic em cujo início, meio ou final exista o seguinte trecho: "Ele ficou parado, por muito tempo, apenas sentindo. Os dois estavam mortos, afinal. De súbito, a porta abriu-se e um homem entrou. Era alto, magro e usava mantos negros que esvoaçavam como asa de morcego. Entretanto, não tinha rosto. No lugar em que suas feições estiveram, agora havia uma massa amorfa de ossos partidos e pele pentente, sem carne. Era, francamente, aterrorisante, e em nada fazia lembrar uma face humana. Dumbledore olhou, sem piscar e sorriu.
- Não esperava vê-lo aqui tão cedo. Eu me aprontaria se fosse você.
Agora, é um herói. Liquidou Voldemort.
- E, de certa forma, ele me liquidou, também. - Falou o homem.
Contudo, como não tivesse nada que se parecesse remotamente com
lábios, sua voz saiu com um som cavo, soturno, sobrenatural, como se
evolasse pelos póros, pelos braõs, pelas mãos, pelos pés assentes em
terra firme.
- As pessoas não pensarão no seu rosto quando souberem o que você
fez. - Disse Dumbledore, ternamente.
- Não. Elas sentirão pena de mim. Isto, Alvo, é pior que a morte.
- Mas, Severo...
- Acabou, Alvo. Apenas você sabe que sobrevivi. Eu sei que fez muito
para me devolver à vida, mas, francamente, não sei se estou tão
profundamente grato.
- É sempre melhor viver, Severo.
- Será? Olhe para mim.
- Isso não é o mais importante!
- Romantismo da sua parte. Estou me auto exilando. Diga para todos
que ue morri.
- Mas, Severo, e as omenagens...
- Serão todas póstumas.
- Mas você merece...
- Esqueça. abdico prontamente.
- Mas, e a sua vida...
- Qual? Sabe perfeitamente que eu vivia apenas para derrotar
Voldemort. Agora, consegui. Não há mais nada.
- Severo, eu não permitirei...
- Desculpe, mas não está no seu poder decidir ou não o que farei da
minha vida.
- O que você pensa fazer?
- Existe um aposento abandonado no castelo. Tensiono mudar-me para
lá e manter as portas permanentemente lacradas. Meu laboratório será
instalado lá. Assim, caso precise de mim, saberá onde me encontrar.
- A solidão pode ser pécima conselheira, Severo, mas também pode
revelar-se uma boa mestra. Se é o que prefere, eu não o impedirei. Mas,
se um dia quiser voltar... Por favor, conte comigo para devolver-lhe a
cidadania bruxa. Um dia você quererá.
- Pesquisei exaustivamente em mais de mil livros e tratados sobre
poções. Não há reversão para este tipo de feitiço.
(Jobis)
Resumo: Após uma tragédia, Severo é deformado completamente mas acaba assim descobrindo um duas coisas muito importantes, primeira o amor não tem forma, segundo sempre teve alguém que o amava.
Agradecimentos: Agradeço a Jobis que além de propor o desafio que desenvolvi ainda betou essa e também ao pessoal que criou esse evento virtual muito interessante e direi até super importante para quem gosta de Severo Snape
Disclaimer: Esses personagens são de JKR, eu não quero nem vou ganhar dinheiro com eles.
Esta fic faz parte do SnapeFest 2004, uma iniciativa do grupo SnapeFest, e está arquivada no site http://fest.oxetrem.com, como todas as minhas fic’s em resposta a desafios muitas por sinal, duas essa e uma para outro site, ficará sendo exclusiva do Snape fest até o próximo ano quando entrará em fanfiction.net.

 

As noites de Severo Snape

 

Aquele era, como chamavam os trouxas, o dia D. O plano de como destruir Voldemort estava sendo repassado por Severo cada segundo que ele ficava sozinho naquela masmorra. Harry Potter estava muito nervoso, não sabendo exatamente porquê, mas sentia algo de muito ruim. Hermione e Rony estavam mortos. Na verdade, não havia mais nada que pudesse sair pior para Harry, pelo menos, não o suficiente para deixa-lo mais triste, mais solitário...

Era hora. Snape e Potter estavam prontos e cada um sabia o que devia fazer. Alvo estava junto e apenas admirava os dois bravos guerreiros, pois fora tirado de combate no último duelo com Voldemort. O professor não queria falar, pois notava que o rapaz ao seu lado estava tremendo muito, mas não gostava nem um pouco da idéia de irem sem Dumbledore.

Aparataram para o local onde seria a emboscada. Lá vinham os comensais. Iriam atacar um vilarejo, mas enquanto eles atacavam um monte de aurores disfarçados de camponeses, Severo e Harry atacavam Voldemort que estava sozinho.

 

O duelo começou e parecia parelho, porém o lord das trevas não sabia que o seu ex seguidor havia descoberto um segredo muito importante sobre ele. Voldemort estava fundido em Harry, eram dois corpos e uma alma só. O mestre de poções descobriu que no dia da morte dos Potter, a alma de Tom Riddle se dividiu em duas e expulsou a alma do pobre filho dos Potter do comando corporal, deixando-a apenas como observadora, fazendo uma ligação macabra, porém, poderosa com os dois corpos. Nem o próprio Riddle sabia desse detalhe, mas Severo, infelizmente, tinha ordens de Alvo de acabar com aquilo de uma vez. O plano era bem simples: pegaria os dois. Um avada nos dois ao mesmo tempo. Voldemort morreria de vez e a alma dele abandonaria o garoto, dando lugar ao verdadeiro Harry Potter.

Tudo corria como o planejado, até que Voldemort proferiu a sentença:

Snape estava sem ação, tinha que ser naquele instante... E foi.

Os dois tombaram no chão, com Harry desmaiado. Voldemort, ainda consciente, apontou para Severo Snape e falou algo indecifrável...

Não sentia nada a não ser dor, dor e mais dor estavam cortando-o, estava definhando, era isso. O fim de severo Snape seria degenerar até a morte. Quando ele estava em um corredor claro caminhando por uma direção, algo o puxou de volta e nada mais se recordava do local onde vagara. Apenas lembrava das palavras.

Ao despertar, estava na ala hospitalar. Saiu andando pelo castelo vazio, em algumas semanas os alunos estariam correndo pelos corredores e aprontando de tudo um muito.

O salão principal estava em luto. lá estavam dois caixões, um estava com uma bandeira da Grifinória enorme, Harry Potter não resistiu ao choque e faleceu, Voldemort estava em um caixão simples sem bandeira, mas o inimigo seria sepultado com respeito, já que fora um bruxo excepcional, maligno, mas brilhante.

Ao ouvir um som de algo se aproximando, saiu correndo. Não queria conversa. Nem com Alvo. O velho entrou no salão e ficou imóvel olhando os caixões ele ficou parado, por muito tempo, apenas sentindo. Os dois estavam mortos, afinal. De súbito, a porta abriu-se e um homem entrou. Era alto, magro e usava mantos negros que esvoaçavam como asa de morcego. Entretanto, não tinha rosto. No lugar em que suas feições estiveram, agora havia uma massa amorfa de ossos partidos e pele pendente, sem carne. Era, francamente, aterrorisante, e em nada fazia lembrar uma face humana. Dumbledore olhou, sem piscar e sorriu.
- Não esperava vê-lo aqui tão cedo. Eu me aprontaria se fosse você.
Agora, é um herói. Liquidou Voldemort.
- E, de certa forma, ele me liquidou, também. - Falou o homem.
Contudo, como não tivesse nada que se parecesse remotamente com
lábios, sua voz saiu com um som cavo, soturno, sobrenatural, como se
evolasse pelos póros, pelos braços, pelas mãos, pelos pés assentes em
terra firme.
- As pessoas não pensarão no seu rosto quando souberem o que você
fez. - Disse Dumbledore, ternamente.
- Não. Elas sentirão pena de mim. Isto, Alvo, é pior que a morte.
- Mas, Severo...
- Acabou, Alvo. Apenas você sabe que sobrevivi. Eu sei que fez muito
para me devolver à vida, mas, francamente, não sei se estou tão
profundamente grato.
- É sempre melhor viver, Severo.
- Será? Olhe para mim.
- Isso não é o mais importante!
- Romantismo da sua parte. Estou me auto exilando. Diga para todos
que eu morri.
- Mas, Severo, e as homenagens...
- Serão todas póstumas.
- Mas você merece...
- Esqueça. abdico prontamente.
- Mas, e a sua vida...
- Qual? Sabe perfeitamente que eu vivia apenas para derrotar
Voldemort. Agora, consegui. Não há mais nada.
- Severo, eu não permitirei...
- Desculpe, mas não está no seu poder decidir ou não o que farei da
minha vida.
- O que você pensa fazer?
- Existe um aposento abandonado no castelo. Tenciono mudar-me para
lá e manter as portas permanentemente lacradas. Meu laboratório será
instalado lá. Assim, caso precise de mim, saberá onde me encontrar.
- A solidão pode ser péssima conselheira, Severo, mas também pode
revelar-se uma boa mestra. Se é o que prefere, eu não o impedirei. Mas,
se um dia quiser voltar... Por favor, conte comigo para devolver-lhe a
cidadania bruxa. Um dia você quererá.
- Pesquisei exaustivamente em mais de mil livros e tratados sobre
poções. Não há reversão para este tipo de feitiço.

 

 

Severo instalara-se em uma sala abandonada nas masmorras, agora seria encontrar um novo diretor para a sonserina e professor de Poções.

Um anuncio foi feito e muitos ex-sonserinos apareceram, Severo Snape era um Heróis no mundo bruxo agora e quem não queria entrar no lugar de um herói, mas nenhum servia, até ela aparecer.

Alvo lembrava-se da Segunda melhor da classe de poções na época de Severo, seu nome Marianne Smith, uma moça de cabelos cor de chocolate até a metade das costas em longos cachos, olhos verdes escondidos por um óculos fundo de garrafa, devia Ter mais ou menos 1 metro e 75 de altura e era realmente muito bonita e elegante.

A moça mudou-se naquela tarde mesmo para o antigo quarto de Snape, ficou olhando para os móveis, para os ingredientes que estavam ali e tudo, nas gavetas haviam ainda anotações, planos de aula para aquele ano, o jornal do dia da morte de Snape e um pequeno livro de couro algo parecido com um diário mas que ela nunca ousaria abrir para conferir o que era o tal livro.

Organizou tudo que era de Severo Snape em caixas e mandou os elfos entregarem para o diretor, ficou apenas com as anotações de aulas dos anos anteriores e o planejamento daquele ano e, é claro, com o tal livro.

Não sabia exatamente o porque, mas ficou muito triste ao achar aquele livro e portanto não poderia se desfazer dele. Desocupando os armários, ela não entendia porque não ia para outro aposento; era a idéia mais lógica. Ficar ali remexendo em roupas e objetos pessoais dele era muito constrangedor. Marianne lembrava muito bem dele na escola, havia tido uma paixonite por ele no último ano, ela lembrava que queria ser auror, só virou mestra em poções para vê-lo mais um pouco, para Ter mais tempo ao lado dele, tempo inútil afinal a única coisa importante para Snape eram os livros e ele nunca notou que havia um olhar insistente nele todo o dia nas biblioteca tanto de Hogwarts quanto de Lyon. Tudo bem agora não era uma viuva, agora era apenas uma substituta, não queria ficar ali, tudo voltava em sua mente, era novamente a garotinha de 22 anos que saia da faculdade em prantos por nunca mais ver o amado, o não correspondente amado, e dizer "eu te amo" pelo menos uma vez sentia que havia deixado tudo para trás, nunca casou nunca namorou sério, nunca se envolveu com ninguém seriamente. Não iria ficar naquele quarto nem mais um minuto.

 

Ela corria para fora e começava a andar pelo castelo sem rumo passando por lugares que ela nunca nem sonhara que existiam, realmente em sete anos ela não conhecera nem um 1/3 do castelo. Viu as caixas que ela separara em uma porta que estava entre aberta, aquilo era intrigante, foi devagarinho para a porta e espiou, viu um vulto de negro abrindo uma das caixas e retirando coisas de lá. Quem quer que fosse, não tinha o direito de mexer nas coisas de Severo Snape. Quando deu por si estava dentro do quarto falando:

Ele virou e antes de começar a falar ouviu uma exclamação dela e a porta bater.

O velho saiu de uma porta que dava para outro peça.

Alvo deixou Severo sozinho esse terminou de arrumar suas coisas e lacrou o quarto, comeria as refeições que receberia via flú, as visitas de Alvo seriam também via flú. Seriam assim, só não entendia duas coisas.

1 ª por que no último ano decidira escrever um diário, coisa que ele nunca fez nem na juventude;

2 ª por que esse diário não estava ali no meio de suas coisas?

A moça corria assustada mas foi pensando e parando não poderia ser assim ou os alunos montariam nela.

O tempo foi passando o ano começava ela seguia as aulas já programadas por Severo Snape. Os alunos estavam a amando. Alguns até comemoraram a morte do antigo professor, afinal como muito diziam, foi bom para todas as partes, os alunos estavam livres de Snape e Snape virou Herói e se sobressaiu aos Potter.

O nome Severo Snape já estava na nova edição de Hogwarts uma história e em todos os livros de magia. Muitos alunos como fred e jorge Weasley colocaram na porta de suas lojas placas como a que estava na frente das Gemialidades Weasley, "fomos alunos do Herói Snape, venha conferir nossas poções e logros."

Smith estava pesquisando algumas poções para maldições imperdoáveis já que muita gente foi para St magus vitimas delas. Seria muito mais fácil se não tivesse algum engraçadinho roubando ingredientes dela quase todo o dia. Ela decidiu montar guarda um dia usando uma capa da invisibilidade que ela tinha. Ficou sentada olhando a porta até que um elfo entrou, com uma lista na mão, pegou algumas coisas e saiu da sala sendo seguido por perto pela professora, chegou a uma sala onde colocou tudo em uma caixinha e falou algo para a lareira, depositando a caixa lá. Marianne parou na lareira ao lado da caixa e o elfo jogou pó de flú. Ela se agarrou a capa e quando viu estava caída em uma sala bem arrumada e com todos os pertences de Severo Snape dispostos em seus lugares.

Viu o vulto daquele dia sentado na mesa comendo algo, era estanho ele não tinha rosto definido, era apenas osso e couro com 5 furos para os olhos, nariz e boca; mãos ossudas como as mão dos dementadores e na verdade tirando a carne apodrecida poderia se dizer que aquele ser era um dementador aparentemente.

Ele estranhou o barulho que aquela caixa tão pequena fez e foi estendendo a mão para o lado de Marianne ela recuava e ele avançava ao desconhecido até tocar a capa e puxa-la.

Ela olhou para algumas coisas em uma escrivaninha enquanto Severo terminava de jantar.

Marianne andou até a lareira e usando o flú retornou para sua sala sentindo-se aliviada e ao mesmo tempo preocupada, fazia dias que não mexia em seu trabalho agora teria um parceiro, achava que seria bom trabalhar com aquele ser pelo menos teria uma cobaia.

Snape olhava para os álbuns do colégio, nunca havia visto a moça até aquele dia, olhando a foto de formatura, lá estava o imbecil do James Potter com a ruiva sangue-ruim da sra Lilian Evans Potter, Sirius Black, Remus Lupin, Frank Longbotton, Peter P., os corvinais idiotas, os lufa-lufa e seus colegas de quartos e ... ela estava ao lado dele sorrindo e olhando para Snape enquanto Snape olhava para a frente e para o chão. Como ela era linda, na verdade ela ainda era muito bonita, mas como ele nunca desconfio, será que teria sido feliz se soubesse, bem, caso se conhece( e se conhecia) iria fugir dela. Mas não queria ficar pensando na moça, não estava em condições de se apaixonar por ela.

 

A moça olhava o diário sobre a mesa e decidiu que iria le-lo naquele dia.

Pegou e viu o nome Severo Snape gravado na capa. Abriu e começou a ler.

"É ridículo um homem da minha idade escrever em diários, mas essa foi uma dica de Alvo para eu me desestresear, quero ver se vai dar certo. Não espere que eu escreva querido diário que isso é coisa de mulher e também seria muito mais ridículo que o ato em si.

 

Sou Severo Snape, tenho 40 anos completos hoje. A festinha que Alvo fez para o meu aniversário foi muito estranha, começou feliz, os parabéns, o bolo Lupin fora na lua cheia( esse cara é um lobisomem que andava para lá e para cá com as duas pessoas que eu mais odiei no mundo), os Weasley( todos eles menos o Percy), o filho do Potter( um dos 2 que eu mais odeio, o pai Potter e Black), Hermione Granger( uma sangue-ruim metida a sábia e conhecedora de todas as coisas), Alvo Dumbledore( meu melhor amigo com certeza), Minerva McGonagall( não tenho opinião definida dela), etc... estávamos comemorando e tudo, estávamos vírgula eles estavam eu era só o motivo de estarem bebendo e comendo juntos naquele dia. Quando ouvimos uma coruja chegando e jogou algo para Ronald Weasley, Hermione Granger e Harry Potter que saíram imediatamente para cumprir alguma missão do ministério. Depois de toda aquela fara, tive que levar Alvo bêbado para casa por que ele se negou a tomar a poção que faz passar a bebedeira, "Se bebi é porque quero ficar bêbado." Velho estranho, mas é meu amigo.

Andando para minha casa eu vejo dois comensais duelando com Weasley e Granger, estranhei Potter não estar junto, os vi com problemas e fui ajudar, estávamos duelando os três e Garnger tombou, uma avanda inesperada não podemos fazer nada, Weasley se descontrolou matou o comensal que a acertou coma maldição e abraçou o corpo da garota nesse instante mais comensais chegaram e Potter desaparatou para onde estávamos começamos os dois a duelar contra os comensais, deviam ser uns 10 ou 15, quando nós acreditamos Ter total controle da situação ouvimos mais uma maldição mortal e Ronald Weasley tombou sobre a garota também morta. Achei que Potter iria Ter um infarto mas o mais rápido que pude eu deixei os três com Alvo e Minerva e vim para cá, começar com essa terapia idiota. Acho que foi só isso de extraordinário que aconteceu hoje. Feliz Aniversário para mim.

 

Um novo dias e mais linhas minha, eu acredito já Ter dito que não vou colocar aquelas baboseiras de olá diário e datas igual assim que tudo acabar você meu caro diário será atirado ao fogo, hoje eu estava pensando na vida, faz algum tempo que Harry Potter e os mortos se formaram, na verdade eu ainda lembro deles estudando. Principalmente a Granger, não- não há nenhum interesse nela apenas o fato de ela nunca Ter errado nas minhas aulas e Ter sido a melhor nota de Nons e Niems desde que comecei a dar aulas- sinto um pouco de tristeza pela morte dela, hoje foi o sepultamento deles os pais dela, trouxas, não puderam entrar no cemitério bruxo( devido há um feitiço protetor) e eu realmente me senti mal, vendo os Granger chorando do lado de fora enquanto eu que nem ia muito com a cara dela estava quase ao lado do corpo. Ainda não me entra na cabeça por que sepulta-la no cemitério bruxo?

 

Mas o mais interessante foi o que aconteceu depois, Alvo me pediu para depois conversarmos a sós. Ele me contou sobre Voldemort e Harry Potter, ao que parece desde o incidente quando os Potter morreram, de uma maneira estranha as almas dos dois se entrelaçaram e para destruir Voldemort temos que dar um jeito de separa-las ou matar Harry Potter junto particularmente espero que consigamos achar uma maneira de quebrar essa ligação, não seria nada agradável Ter que condenar o garoto a morte por culpa de Voldemort, já não chega todo sofrimento que ele passou sem os pais e agora sem os amigo.

Eu sei o que é estar sozinho, eu nunca tive ninguém, meus pais morreram e eu tive que me virar infelizmente o modo que encontrei não era o mais legal, virei comensal da morte mas obviamente me dei conta da besteira que fazia logo e passei para uma posição muito delicada, sou um espião, dou informações dos comensais para a ordem de Fênix. Agora eu vou Ter que dar cabo da parte mais complicada encontrar uma maneira de poupar Harry Potter e caso não consiga, dar cabo dele também. Agora gostaria que alguém me respondesse como eu vou dormir de novo? Me sinto um monstro mas como não me sentir assim com ele tão vivo, tão cheio de sonhos e eu arquitetando um modo de destrui-lo. Alvo, meu grande amigo Alvo, não queria a responsabilidade do ato para si então jogou nas minhas costas o destino do garoto. Agora vou para de perder tempo e vou pesquisar algo.

 

31 de julho hoje é dia do aniversário de Harry Potter, faz meses que não toco nesse diário, mas hoje eu precisava mesmo. Fui obrigado a largar minha pesquisa para ir a festa que fizeram para ele de aniversário, nunca tinha visto o garoto tão mal parecia que tinha perdido um parente, bem na verdade ele perdeu dois não Ronald Weasley e Hermione Granger deviam se gostar como irmãos e agora ele está sozinho eu vejo isso no Lupin agora sozinho nem parece um maroto parece uma estrela apagada na verdade é uma estrela apagada, nem comemorou direito o aniversário, pobre Virgínia Weasley tentando anima-lo.

Depois daquela festa deprimente, é o garoto bebeu e chorou feito criança queria se matar e tudo e eu fiquei pensando não consegui nada, ou melhor consigui uma resposta em um livro antigo que dizia:

‘quando duas almas se fundem por causa de algum feitiço mal sucedido a única forma de separa-las e matando os dois corpos juntos, como uma cobra de duas cabeças.’

Como vou relaxar, ser feliz como diz Alvo sabendo que um cara que não fez nada ainda da vida está com os dias contados e eu vou ser o responsável. Não mereço ser feliz, pelo menos eu não tenho ninguém para descontar a minha raiva de mim mesmo.

 

Hoje eu falei com Alvo e sabe o que ele disse, que eu tenho que cumprir com o destino deles, se é para morrerem juntos que seja assim, mas por que ele não faz. Foi o que eu disse, estou mais calmo, ele aceitou, será Alvo Dumbledore que destruirá Voldemort. Fico feliz assim não quero Ter esse peso nas minhas costas.

 

Tudo deu errado, tudo, durante um duelo, Alvo tentou acertar Harry e Voldemort juntos e não só não conseguiu como foi gravemente ferido. Estou preocupado, a culpa é minha afinal eu não quis assumir a responsabilidade. Agora é comigo, eu tenho que fazer o que tem que ser feito. Mas agora eu quero ver se Alvo acorda, estou no quarto dele cuidando do diretor, ele não quis ficar na ala hospitalar( velho teimoso). Hoje foi uma batalha muito dura tivemos muitos feridos...

Bem, Alvo acordou quando eu estava escrevendo por isso interrompi.

Falando com Alvo fiquei mais tranqüilo e não me sinto mais um monstro me sinto quase uma cavaleiro predestinado a algo, afinal eu sempre quis matar o Potter, vou realizar o desejo no filho( que coisa, humor negro não funciona comigo).

Nós vamos marcar um dia e desafiar Voldemort. Daí eu vou agir e se Merlin quiser estaremos livres dessa era de trevas e desgraças.

 

Será em 5 dias, tenho cinco dias para me preparar.

 

É estranho mas eu me sinto sozinho hoje, sinto que cometi muitos erros e um deles foi nunca Ter amado alguém na vida, nunca Ter me envolvido com ninguém nem Ter aberto a guarda para que uma mulher preenchesse ao espaços vazios da minha vida. Quem sabe se eu tivesse alguém não estaria sozinho escrevendo em uma espécie de diário estaria nos braços de uma mulher me distraindo um pouco esquecendo de todos esses problemas e do mundo. Mas eu não tenho mas porque ficar aqui falando, ou melhor, escrevendo sobre o que deixei de fazer afinal a escolha sempre foi minha.

Acho que eu vou pesquisar algumas coisas e fazer alguns planos de aula para espairecer um pouco. Quem sabe eu vá dar uma passeio, depende muito de que horas eu terminar as tarefas.

 

Faltam 4 dias...

Ontem eu terminei as coisas que tinha que fazer e fui dar uma volta não me fez bem, mas também não me fez mal.

Ainda continuo mal nunca planejei a morte de alguém antes, muito menos assim esbarrando com a vítima todos os dias como é com Harry Potter.

Acho que vou sair hoje de novo quem sabe eu não penso em algo novo para me distrair ou encho a cara mesmo no meu estado vale qualquer medida preciso não deixar isso me enlouquecer.

 

Ontem aconteceu algo estranho, eu realmente sai e acabei indo visitar o túmulo dos Potter e o pior é que eu fui até lá de vassoura, não consigo mais dormir não sem tomar uma dosa de poção para dormir extra forte e mesmo assim demoro para pegar no sono. Hoje falando com Harry Potter ele me disse para me acalmar que tudo daria certo, se ele imaginasse o motivo do meu nervosismo, pobre garoto ele realmente se preocupou comigo. Percebeu que eu não estou normal.

Faltam só 3 dias. Tenho vontade de ir até o garoto e avisar vontade de manda-lo aproveitar a namorada e os amigos mas me lembro que os amigos dele estão mortos. Pobre garoto nasceu para dar cabo de Voldemort. Hoje eu acho que vou dormir estou com sono.

2 dias é o tempo que falta para isso tudo acabar.

Eu quero pensar nisso como um começo de algo maior para todos nós. Eu sinto muito por isso tudo mas mais do que isso sinto que algo vai dar errado.

 

É amanhã.

Tem algo muito forte me dizendo que algo vai dar errado por favor me de uma saída segura eu preciso passar essa noite seguro, só essa.

 

 

É hoje, bem escrevo de manhã, pela primeira vez e mais sei que como um escritor de diário sou péssimo devo ser a pessoa que escreve menos em diário do mundo, mas isso por dois motivos, primeiro eu não gosto de diários, segundo não tenho o que escrever estou a dias trancado aqui no meu quarto, a única coisa que faço é sair para beber algo ou para fazer coisas estranhas como visitar os Potter ou ir ver se Lupin precisava de Poção mata cão, eu também fiz coisas trouxas como ir a uma opera trouxa uma montagem de o fantasma da opera, deu para, por algumas horas, esquecer dos problemas. Quando eu voltar eu escrevo mais, estou agora em Hogwarts me preparando para o fim das trevas se tudo correr como eu quero.

Dumbledore está batendo na porta acho que chegou a hora.

Marrianne chegou ao fim do curto diário de Snape e se emocionou afinal ela sentia o peso de cada palavra de cada sentimento sentido, frustração, solidão, etc... ela pensava no que aconteceu, pelo menos o que leu, Severo Snape acertou Harry e Voldemort juntos, mas não sabia dos detalhes da coisa toda afinal diziam que só um poderia viver, mas ao mesmo tempo para destruir um depois da maldição lançada pelo próprio Voldemort um não morreria sem o outro.

 

Ela adormecia com o diário no colo, não sabia quando tempo levara para le-lo, mas não devia Ter sido muito.

 

Na manhã seguinte ela acordou com um vulto em seus aposentos, era ele, tomou um enorme susto mas logo conheceu seu novo colega de pesquisas sentado olhando para ela e para o diário com uma expressão vazia.

Ela explicou tudo que acontecia como preparava as poções resultados que havia tido até então e nisso entrou uma coruja e parou acima da cabeça do homem ele olhou para o animal e para a moça que estava intrigada com isso. Ele pagou a coruja pelo transporte e ela deixou cair no chão a revista que trazia, Anne foi juntar a revista e acabou levando um susto ao ver que se tratava da assinatura de "A poção" em nome de Severo Snape.

Ele pegou a revista rápido e olhou para ela assustado, sua aparência não lhe permitia Ter muitas expressões.

Snape ia protestar mas isso colocaria o feitiço de disfarce em jogo, por isso ficou quieto e deixou a moça abrir e ler a revista antes dele.

 

Passaram algum tempo depois debatendo as poções ou conversando trivialidades ao que parecia Snape estava a cada dia momento mais apaixonado pela moça mesmo sabendo não poder.

 

As aulas eram um verdadeiro inferno, todos a comparavam com ele esperavam que ela fosse ela, mas ela não era e nunca seria.

Sentia-se uma sombra viva, era pior que o companheiro de poção em sua visão de si mesma não agradava em nada mas não poderia evitar, estava progredindo em sua pesquisa, infelizmente seu companheiro não aparecera mais e a moça não se atreveu a procura-lo.

A poção estava muito perto de sua conclusão, queria muito que ele estivesse a acompanhando, mas não ele estava morto.

Queria um amigo, queria muito um amigo então o que ela procurou, o vulto que a ajudava e agora sumira.

 

Foi até sua lareira e falou onde desejava ir, jogou o pó de flu mas não foi a lugar algum, por algum motivo a lareira dele estava fora da rede flu da escola. Sentou e chorou, chorou porque agora estava definitivamente só, sentia-se bem conversando com ele sentia um coisa boa quando dividiam informações, trocavam palavras quando ele lhe consolava enquanto ela chorava a morte de Snape, mas sentia o cheiro de Snape naquele amigo até que ponto a cabeça dela o tinha como Snape isso ela não sabia, apenas queria vê-lo queria lhe dar a poção mas ele não estava mais ali não estava mais fazendo rede flu com a lareira da escola e nada mudaria esse detalhe.

Mas e quem sabe...

Ela levanta e corre até um lugar muito conhecido, diz a senha e sobe as escadas, Alvo está sentado em sua sala e a olha com curiosidade.

Ela saiu, pensava no amigo, pesava em Snape, para seu cérebro uma única pessoa, para seu coração uma única pessoa, ele substituiu o antigo dono do coração da moça por completo mas para ela era tudo igual, inatingível.

 

Alvo entra muito nervoso no exilio de Severo.

Foi parar direto na sala que um dia foi dele e lá foi recebido com um abraço caloroso da moça.

Ele bebeu e nada aconteceu havia algo errado infelizmente.

Snape estava arrasado mas logo sentiu a mão dela em seu ombro.

Se olharam, seus olhos eram lindos, envolventes tinham algo que dominava-a fanzendo ela sentir-se possuída aqueles olhos, logo fechou os olhos quebrando o contato visual e beijou aquele homem, não importava como ele era, o que valia era que o amava e agora sabia disso, ao abrir os olhos viu por um Segundo severo Snape, mas logo se deformou novamente.

Ele estava assustado, havia se deixado levar por ela havia deixado ela tomar conta da situação, não poderia ficar ali parado namorando com ela sendo o que era agora.

Levantou, lhe disse:

Havia dado errado, infelizmente, mas ele pensava que tudo bem estava tentando, tinha companhia nessa jornada gostava da companhia dela gostava de conversar com ela.

Ficava sentado horas pensando nela e em tudo que acontecia a cada encontro que tinham estava realmente em uma situação muito difícil, com os dias a distancia ficava dolorida até fisicamente nunca havia sentido essas reações antes ao se aproximar de uma mulher.

 

Ela sentia-se profundamente só. Os segundos duravam uma eternidade, tornando das horas anos ao se aproximar dele sentia o peso dos anos em seus ombros e parecia que esses a abandonavam deixando uma adolescente faceira e cheia de energia. Precisava daquele homem, ou melhor, do que parecia ser um homem sem um rosto definido mas de uma expressão bela e olhos penetrantes. Sua voz não passava de um sussurro mas nela provocavam o abalo de berros. Só havia uma pessoa que lhe causava tal sensação, Severo Snape.

Andando pela sala via os dias passarem, via as tentativas de poções ferverem e as engarrafava sabia que mais dia menos dia ele surgiria em sua lareira e ficava toda noite sentada de frente a lareira o esperado.

 

 

Duas semanas depois ele pareceu.

"eu amo você, eu amo você... quero que fique comigo.."- ela pensava mas não teria coragem de dizer isso.

Severo não acreditou nela e então decidiu começar ele a falar o que a dias pensava.

Ela sentou o encarando, temendo a verdade que já estava em sua mente.

Ela buscou os 20 vidros preparados.

Bebeu as 20 e nada.

Ela riu. Apesar de estar daquela forma, ainda tinha sendo de humor.

Ele beijou a mão da moça e foi para a lareira.

Ele buscou suas coisas e se instalou nos aposentos de Marrianne, estavam agora juntos, trabalhando e namorando apesar de Severo não ser exatamente uma forma bela, mas ela o amava, sempre o amou e assim seria até o dia em que finalmente ele voltaria a vida para a sociedade pois não só estava vivo como dando vida. Marriamme engravidou ainda no primeiro mês de convívio com seu amado e esse fato era mais um motivo para os dois se apresarem a encontrar a cura de sua maldição.

 

Fim!